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Mais uma...Adoro!


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É tão bem ter benefícios destes!!!!!!!!!

Desta vez passei-me à séria.
Tal como já vem sendo habito no inicio do ano é aquela azafama para a organização de livros e horários escolares.
Pois, mas este ano é especial.
No ano passado fui informada que os compêndios escolares dariam para dois anos seguidos. Pensamento imediato...”muito bem” convencida que efectivamente tinham as famílias portuguesas ganho uma regalia quanto aos custos na educação dos seus filhos.
E lá fui eu em Julho encomendar os livros para o meu filho mais velho e apenas os cadernos de excessivo para o mais novo pois este iria, tal como eu, ganhar a regalia do uso dos compêndios do irmão, ou seja os do ano passado.
Tufa...
Cai ao chão quando agora em Setembro vou à livraria levantar a encomenda e contacto que o beneficio é o logro.
Logro ... sim senhor
Os cadernos de excessivo segundo a lei podem ser vendidos em separado, beneficiando as famílias do compendio, porém... e porque nisto há sempre um mórbido porém, o dito beneficio foi brilhantemente contornado, logo não há beneficio, mas sim logro. É que efectivamente os compêndios fazem-se acompanhar dos cadernos de excessivo que são oferta, logo na maioria dos casos não podem ser vendidos em separado pois não são vendáveis...são oferta.
Brilhante.
Vou ter de comprar todos os livros de novo...isto é óptimo pois o meu beneficio é ter compêndios e livros de excessivo escolares em série pois em abono da verdade não posso beneficiar da tão interessante lei da continuidade e manutenção dos livros escolares.
Mas, e porque há sempre um mas...ao engodo reagirei eu este ano com cópias para o próximo ano que mal por mal sempre me fica mais barato do que comprar livros novos...

É tão bem ter benefícios destes!
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Para Sempre PAVAROTTI








Não...Não morreu, eternizou-se uma voz, uma presença, uma imagem.
É um ser sem tempo, nem espaço.
Fica para sempre no mundo e eternizado na humanidade.
Nada se perdeu
Tudo se ganhou.
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Sem defesa...

Vim até Antuérpia de carro.
Passei pelas fronteiras de Espanha, França e Bélgica e pude constatar um fenómeno peculiar. De forma mais ou menos preservada os países supra referidos mantêm as suas zonas de fronteira bastante definidas. Salvo Portugal, Espanha, França e Bélgica colocaram no local dos antigos postos de fronteira portagens. Em boa verdade não destruíram as suas barreiras fronteiriças bem pelo contrário mantiveram-nas, dando-lhes outra função, mas não deixando de ser fronteiras físicas efectivas. Não existe agora o controle burocrático de outros tempos, mas de forma discreta e subversiva está lá… e isto é a Europa da Livre Circulação.
Bem Portugal “despiu-se” das fronteiras e cumpriu o ideal Europeu, mas os demais … reserva-me a dúvida.
Fico convencida que efectivamente as barreiras nacionalistas estão lá e bem vincadas, a todo tempo será fácil a estes países activarem barreiras defensivas aos seus povos…por caricato que pareça Portugal está de facto desprotegido permitindo assim que a Europa entre sem pedir licença alguma…
Bem, parece-me que estamos efectivamente sem defesa.
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Mundo!!!!!


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Cada vez mais do mesmo...

Definitivamente isto vai de mal a pior. Nas últimas eleições de conselheiros da Comissão Politica Nacional do PSD as irregularidades nos boletins foram de tal forma flagrantes que foram geras de contestação do grupo.

O PSD pretendeu eleger os conselheiros a qualquer custo, contra ventos e marés o objectivo era o de eleger quem se pretendia mesmo que para tal tivesse sido necessário o recurso à elaboração dos boletins de voto irregulares e até mesmo inconstitucionais. Uma das regras prioritárias na escolha de representantes é a liberdade de opção e escolha, liberdade que passa por aceitar ou rejeitar os elegíveis. Pois nestas ultimas eleições como que de forma miraculosa apareceram boletins de votos cuja realidade de opção e expressão de vontade era simplesmente o “sim”, não havia qualquer outra liberdade de opção. Mas mais espantoso foi o facto de mesmo contestados, os referidos boletins pela presidente do congresso Dr.ª Manuela Ferreira Leite, tendo sido requerido a reformulação dos mesmos forma a permitir a manifestação do “não” ou de “abstenção”, os referidos boletins irregulares não foram alterados e mantiveram-se como planeados. Plano que pode contar com a validação dos boletins pelo presidente do Conselho de Jurisdição, Guilherme Silva.
Espantoso, cada vez mais do mesmo…e mesmo assim Marques Mendes, viu a sua equipa ser eleita com 48 votos a favor e 39 “contra” (somados os brancos e nulos).
Espantoso, grande vitoria…
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Resolução do Conselho de Ministros que aprova o III Plano Nacional para a Igualdade – Cidadania e Género (2007-2010)

No outro dia num dos meus passeios cibernéticos fui cair numa página governamental onde pude ler com cuidado e espírito critico o III Plano Nacional para a Igualdade – Cidadania e Género (2007-2010) aprovado por Resolução do Conselho de Ministros. O propósito é até ideologicamente válido, contudo não consegui no mesmo ver como será possível ao actual governo efectivar o rol de intenções aí apostas para o combate à desigualdade de género em todos os domínios da vida social, política, económica e cultural.
Desde logo não poderemos dissociar o facto de este plano ter necessidade de ser implantado na realidade Portuguesa e não numa outra qualquer da Europa. Refiro tal pelo simples facto de saber que o referido programa tem na base imposições inerentes à nossa participação na Comunidade Europeia. No entanto a realidade prática de Portugal, não só se cinge aos conceitos sócio culturais de Lisboa nem tão pouco é espelho da Europa. Portugal desde há muito que tem visto o seu povo a proceder a uma mutação positiva ao nível dos hábitos e conceitos, contudo ainda não se poderá afirmar como um País de plena cultura urbana fundamentada em princípios de democracia participativa. Ainda é uma realidade vasta e impregnada a cultura tradicional de matriz rústica. O Povo ainda tem necessidade de pensar e falar de género como algo de inovador, como algo de ameaçador aos valores tradicionais, nos quais a mulher é propriedade do homem e vice-versa. Ainda não existe uma efectiva cultura de respeito pela diferença, uma cultura de assunção dessa diferença e da sua valia. Homem e Mulher são verso e reverso de uma mesma realidade cujo pressuposto de sucesso se fixa no respeito pela diferença e no aproveitar dessa diferença à dinâmica de sinergias geradoras de mais humanidade. É neste contexto que me parece um pouco estranha a referida resolução.
Para além do mais a dita resolução é obra exposta de um governo socialista, um governo que há trinta anos atrás deitou por terra os princípios de valor pilares à nossa sociedade. Matriz ideológica que nos anos setenta laiciza tudo através da redução do valor ao mínimo aceitável em nome de uma liberdade que não conhecia, não dominava nem tão pouco consegui transferir para o povo. Efectivamente valores como a família, o pudor, a reserva de vida privada foram nesses tempos postos a saque pelos agora implementadores desses mesmos valores. Pois é neste espanto de cariz ético e de responsabilidade que se fundamenta a minha dúvida sobre a referida resolução. A referida resolução é produto de uma imposição Europeia cujo valor pilar é o da defesa da dignidade da pessoa humana. A resolução trás á colação o valor da paternidade, da responsabilidade participativa de agregados domésticos num ressurgir de identidades outrora banalizadas e postas à margem da conduta do bom cidadão.
Ora nesta amalgama de intenções e pressupostos valorativos não vislumbro como vincular um povo repleto de preconceitos quanto á distinção de género, como implementar um projecto quer ao nível da administração pública ou politica quando ainda há distinção do valor das pessoas em razão ao género. Como gerir as dependências económicas, sociais, culturais e familiares de um povo de matriz rural cujo valor equidade de acessos e oportunidades ainda são paradigmas do outro mundo.
Pois foi giro ler a referida resolução, resta saber como irá ser aplicada e quais as propostas efectivas de terreno.
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QUEM É O PROPRIETÁRIO DOS REGISTOS CLINICOS?

Num tempo em que tanto se fala de informação e de codificação informática de informação será de relevante importância avaliar de que informação se trata quando estamos perante os serviços hospitalares.

Desde logo reportando-nos ao disposto no art. 10º n.º 2 da Convenção sobre os Direitos do Homem e a Biomedicina “qualquer pessoa tem o direito de conhecer toda a informação recolhida sobre a sua saúde”. Não será aqui analisada a relação de informação e terceiros, mas tão somente a questão da informação de saúde, dados clinicos referente ao sujeito a que se referem.

Várias são as reclamações apresentadas pelos utentes na recusa de informação dos seus dados clinicos. E por várias vezes tem sido os conselhos deontológicos das diversas ordens dos agentes da saúde chamados a responder sobre tal questão.

Levanta-se aqui a questão do direito inalianável dos utentes dos serviços de saúde aos seus registos clínicos. Direito que nem sempre é devidamente respeitado sobretudo quando é sabido, que tal como definido na Carta dos Direitos do Utentes, os utentes têm direito a uma segunda opinião.

A questão será a de saber a quem pertencem os registos clinicos? E que tipo de informação é susceptivel de ser transmitida?

Segundo a Lei n.º 12/2005 de 26 de Janeiro no seu art.2º “...a informação de saúde abrange todo o tipo de informação directa ou indirectamente ligada à saúde...” no seu n.º 3 define qual o âmbito da propriedade da informação da saúde sendo reconhecido ao utente o direito de acesso incondicional aos seus registos clinicos “ A informação de saúde, inclui os dados clínicos registados, resultantes de análises e outros exames subsidiários, intervenções e diagnósticos, é propriedade da pessoa, sendo as unidades do sistema de saúde os depositários da informação...”
Nesse sentido já na Lei n.º 67/98 de 26 de Outubro se defendia tal tese sobre a propriedade dos dados clinicos. Sendo que entre este dispositivo legal e a actual Lei n.º 12/2005 de 26 de Janeiro tenha sido emitido o parecer n.º 43/CNECV/2004 pelo Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida no qual se referia à omissão deliberada sobre a questão da propriedade efectiva da informação de saúde e dos dados clínicos registados, omissão que se mantem.
O Código Deontológico da Ordem dos Médicos (1985) faz a distinção entre informação objectiva ( resultados de análises e outros exames de diagnóstico) e informações subjectivas reportando-se à ficha clinica que constitui memória escrita do Médico, referindo serem as primeiras propriedade exclusiva do paciente e as segundas do médico. Não havendo lugar a um regime de co-propriedade quanto à informação dos dados clinicos subjectivos. Desta feita fica o paciente inibido de aceder ao todo da informação, direito que sendo inalienável se torna violável. Sendo ainda imprescindivel o acesso a tais dados no sentido de repôr o todo da informação sobre o paciente para o constituir de uma segunda opinião no respeito real a ao Consentimento Informado por parte do paciente. É nosso entendimento que tais dados são ainda de grande relevancia no apurar de responsabilidades civis e criminais do acto médico, sobretudo na medida do disposto no art. 150º n.º1 do Código Penal no sentido do apurar a medida da culpa. Tanto mais se torna tal relevante se nos focalizarmos nos dados clinicos hospitalares cujos processos sofrem várias intervenções levadas a efeito por vários e distintos técnicos de saúde.
Há pois necessidade de encontrar uma alternativa de forma a permitir por um lado a independência clinica do técnicos de saúde e por outro a correcta e justa responsabilização no desfecho clinico do processo.

Efectivamente a nova lei sobre a informação clinica mantem-se à semelhança das anteriores prisioneira do Código Deontológico da Ordem dos Médicos.
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imperativos de responsabilidade...

Ser idealista ao contrário de algumas “más línguas” não é ser patético. Ser idealista é acreditar em ideais e tê-los como pressuposto de conduta de vida. Um dos meus ideais pilares à minha acção é o da solidariedade…mas reconheço que por vezes se torna difícil fazer deste ideal guião à nossa conduta. Acredito na natureza humana e na sua capacidade de sã e pacifica convivência com os seus pares. Paz que se deseja desde as questões de conduta pequenas às mais complexas. Parto pressuposto que dificilmente poderei exigir comportamentos de solidariedade entre povos num espírito de paz universal se eu própria não contribuir para essa convivência pacífica ao nível do meu micro eco-social. Mas reconheço que por vezes é difícil.
As condutas são diárias e exprimem - se por pequenos nadas do dia a dia, pequenos nadas de urbanidade e cidadania. Acredito que devemos reivindicar diariamente ideais de liberdade, privacidade e autodeterminação, mas devemos paralelamente impor-nos condutas de responsabilidade. Coisas simples como o atravessamento de uma passadeira podem marcar a diferença. Fico confusa sempre que se me afigura uma passadeira. É habitual ver os peões atravessarem de forma lenta e descontraída. Bem sei que esse é o lugar por direito para a passagem e mudança de margem…mas por que será que o fazem de forma tão lenta? Não quero acreditar que é só porque têm direito a passar, não quero acreditar que é só por um princípio de exercício da sua liberdade! Então e onde fica a solidariedade para com os demais? Essa e uma nova moda que se torna constante. Os automobilistas param e abrem as portas ou arrancam sem o mínimo de salvaguarda de regra de segurança para si e para os outros…bem eu continuo a pautar-me por ideias de solidariedade pese me confunda um pouco com as posturas dos demais pares, pese seja por vezes difícil, mas tudo vai do treino e do pressuposto que impomos a nós mesmos. Ser membro de uma comunidade, parte de um eco-social é ser mais do que livre responsável e este é outro dos meus pressupostos de existência. Acredito que só é possível ser-se solidário e viver em sã e pacifica convivência desde que cada um por si institua como regra base de conduta imperativos de responsabilidade.
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Guia de Recursos na área da Violência Doméstica





Foi publicado o primeiro Guia de Recursos na área da violência doméstica.
O Guia, feito no âmbito do II Plano Nacional contra a violência doméstica, e que de forma sistematizada faz o levantamento dos recursos existentes nesta área para a defesa, protecção, acompanhamento e reinserção das vítimas de violência doméstica. Pretende dessa forma dar um apoio eficaz e efectivo a quem sendo vitima de violência doméstica não sabe como e onde procurar ajuda e acompanhamento. De forma sistematizada são dadas informações sobre os recursos públicos e da sociedade civil, bem como sobre as competências institucionais locais, regionais e nacionais de apoio.

Desta feita procura o livro encorajar as vítimas à denúncia de forma credível perspectivando e garantindo todo o procedimento de denúncia, apoio e inserção social.

Num espírito de cidadania activa penso que a iniciativa em si é boa como meio de combater a violência doméstica que tanto tem sido silenciada ao longo dos anos. A violência doméstica é uma realidade efectiva de violação dos direitos fundamentais da pessoa humana que carece de uma posição actuante por parte não só das vítimas como de toda a sociedade civil. Em boa verdade este é um flagelo de natureza e estrutura própria que só a acção atenta e interdisciplinar entre a sociedade civil, as instituições publicas de suporte, apoio e acompanhamento, de justiça e saúde, orquestradas de forma harmoniosa e célere poderá colmatar e quem sabe banir este tipo de acção criminal.
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Acendam os faróis…precisamos de luz
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pobre publicidade a nossa!!!!

Há coisas que em definitivo tenho dificuldade em conviver com elas.
Já é quase lugar comum na publicidade portuguesa a figura feminina. Publica-se um laxante e lá vem a imagem de uma mulher estilo dona de casa com um ar miserável de quem sofre …com a má sorte intestinal. Vem o verão e lá vem as donzelas jovens aos saltos publicitando tudo e mais alguma coisa. Publicidade de bens cujo uso não é exclusivamente feminino.
Mas francamente esta ultima publicidade do Trim…Trimmm é de ir ás lágrimas. Não consigo perceber o porque da existência de três mulheres a meio da noite na casa de um suposto solteirão só para ligar um telefone por via de cabo…por favor haja pachorra para este tipo de publicidade…
Nada contra as mulheres que se vendem por conta destas publicidades, só fico na dúvida sobre os homens criadores dessas mesmas…será que não tem imaginação suficiente para divulgarem um produto de forma aliciante sem recurso ao corpo humano???
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...

"A VIDA É UMA PEÇA DE TEATRO QUE NÃO PERMITE ENSAIOS. POR ISSO, CANTA, CHORA, DANÇA, RI E VIVE INTENSAMENTE ANTES QUE A CORTINA SE FECHE E A PEÇA TERMINE SEM APLAUSOS."
(Charlie Chaplin)
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NÃO, NÃO ESTÁ TUDO FEITO...

“Agência LUSA
2007-04-20 12:10:01

Registos originais destruídos, PSD lamenta não ser possível explicação cabal

O líder parlamentar do PSD lamentou hoje não ter sido possível um "esclarecimento cabal" das dúvidas sobre os registos biográficos do primeiro-ministro enquanto deputado, já que os originais dos registos de todos os parlamentares da VI legislatura foram destruídos. "

"Já agradeci, lamentando não ter sido possível um esclarecimento cabal da situação, pois os originais já não existem, nem foi possível apurar quando foram feitas as alterações", disse Marques Guedes.”

Refere à Agencia Lusa e acresce:

“ "o grupo parlamentar do PSD fez o que devia ter feito e junto de quem devia".”

Agora a questão é a de saber se efectivamente foi feito tudo.
Paralelamente há questões de fundo não esclarecidas e pergunte-se por exemplo como fica legitimado o poder se na base está uma tomada de posse de um executivo cujas declarações são, atentos à falsidade evidente, no mínimo irregulares, já para não dizer ilegais e penalmente puníveis por falsas declarações publicas. Claro que no caso em apreço e na duvida o beneficio é do arguido, agora sejamos honestos e minimamente responsáveis, a questão não é a licenciatura ou não licenciatura, a questão é a carga politica inerente às falsas declarações públicas…poupem-me este é o jogo dos compadres ou a democracia é por si também uma falsa declaração? Bom começo a acreditar que não vivemos num país democrático, mas sim ditatorial.
Agora se esta questão se tivesse levantado noutro qualquer país o próprio seria o primeiro a afastar-se pelo menos pela dúvida…digo dúvida pois me parece um querer chamar-nos a todos burros não ser portador dos seus dados biográficos e académicos. A mim não me entra e se tal polémica me fosse levantada garanto que no minuto seguinte pegaria nos meus diplomas e os espetaria pessoalmente na comunicação social.
Bom eu não sou tonta nem tão pouco aceito ser tratada por tal.
O PSD fez tudo…uma ova o que foi feito foi o politicamente correcto…
Em fim palha e mais palha que só comem os burros que querem.
Eu aqui contesto publicamente, pois só assim dou a conhecer a minha indignação.
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Desalmados

Leio os movimentos dos Homens...
Leio o olhar dos que não vêm...
Tento ler almas
E coisas
E tento saber o porque das perguntas...

Névoas, apenas névoas

Nada existe no olhar,
E nada se lê nos silêncios...

Apenas a apatia de viver por viver,
Singelas, vidas que flúem
Como se de um rio se tratasse...
Fluem sem vontade
Sem destino,
Sem vida...
Não há luz nessa vivência,
Não se vê qualquer desejo

E vai esse povo carneiro
Movido por nada
Circulando na vida
Como que se essa lhes pertencesse
Como que se para ela fossem importantes

Qual importância
Pleno desprezo…
Gozo dos abutres
Carne para abate

E movem-se por se mover
E fazem parte das estatísticas dos vivos
Como se vida tivessem

Nada, pleno branco
Vazios
Desalmados

Lentos
Indolentes
Molóides
Desalmadas

Apenas numero estatístico...
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A prova...


Esta é a prova inegável de que os homens necessitam das mulheres...
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Pois!!!!!


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Ensino...que caminho?

A Visão da semana passada trás um texto de Ricardo Araújo Pereira com o titulo “ O País do não” que além de muito bem escrito achei soberbo e aqui vou transcrever partes que me deram uma vontade terrível de rir e chorar ao mesmo tempo…
Cá vai:

" O Ministro do Ensino Superior mandou fechar a Universidade Independente.(...)" algo que no minimo é estranho e contraditório na medida em que (...)"num País com tão baixos índices de produtividade, será justo fechar uma universidade que até trabalha ao domingo?"
Com um humor peculiar faz gracejo com algo que carece de uma rápida e efectiva meditação, o Ensino Universitário.
Em meu entender as regras deveriam ser iguais quer para o publico quer para o privado. Regras bem definidas de acesso e processo de ensino a fim de evitar disfunções que hoje grassam no nosso País.
Já desde 1975 que existem sujeitos a entrar para as faculdades com nota negativa de 12º ano, mas que em nome de não sei o quê se mantêm e fazem os seus cursos com passagens administrativas. Depois no tempo de Cavaco e Silva e na sua continuação de forma ainda mais flagrante com Guterres as faculdades privadas surgem como cogumelos. Faculdades cujo ensino fica aquém do desejado, mas que em nome de uma suposta modernização e equiparação à Europa viraram fábricas de fazer Doutores e Engenheiros.
Mas para quê?
Para irem para o desemprego!
Ou para estarem no mercado de forma fraudulenta…sim porque muitos deles ficam a desejar bastante ao conhecimento e o mercado carece de gente efectivamente produtiva e competente.
É certo que os exemplos que vêm de cima são de franca nulidade, mas em nome de uma certa honestidade intelectual não devemos compactuar com este estado. Em nome da saída do lodo é importante que deixemos para trás os comodismos do situacionismo e tenhamos coragem de impedir a manutenção deste estado de coisas.
Quem forma deve ser honesto e transferir a informação efectiva de forma a criar gente apta a prestar um serviço válido à Nação e quem é formado deve ter a coragem de renunciar aos cursos de notas de secretaria. Claro que no meio desta amálgama há os Cristos que por questões de estatísticas chumbam sempre e vem a sua vida dificultada.
È hora de nos deixarmos de demagogias e teorias baratas sobre ensino e criar uma linha condutora de procedimentos de ensino igualitária entre privado e público. É hora de Portugal entender que sectores como o ensino não podem estar sujeitos a mudanças de estruturas politicas a cada novo governo. O ensino é o fermento da massa trabalhadora e produtiva do País…fermento fraco significa produção fraca.
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